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Legislar
Propõe, discute e vota projetos de lei que, depois de aprovados e sancionados pelo prefeito, passam a valer para todo o município.
Educação cívica
Vereador (ou vereadora) é o cargo eletivo de representante do povo no Poder Legislativo municipal, a Câmara Municipal. É eleito por voto direto para um mandato de quatro anos, junto com o prefeito, e sua função é representar os interesses da população da cidade, elaborar e votar leis municipais e fiscalizar as ações do Poder Executivo (a Prefeitura).
O número de vereadores de cada Câmara é proporcional à população do município, conforme regras da Constituição Federal. Em Ouro Branco, a Câmara Municipal é composta por nove vereadores, eleitos para a legislatura de 2025 a 2028.
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Propõe, discute e vota projetos de lei que, depois de aprovados e sancionados pelo prefeito, passam a valer para todo o município.
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Acompanha e fiscaliza as contas e os atos do Poder Executivo municipal, cobrando informações, transparência e boa aplicação do dinheiro público.
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Recebe as demandas dos moradores, de um buraco na rua a uma política pública inteira, e leva essas pautas para dentro da Câmara.
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Participa da discussão e aprovação das leis orçamentárias do município (PPA, LDO e LOA), que definem prioridades e gastos públicos.
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Integra comissões permanentes (educação, saúde, meio ambiente, justiça etc.) que analisam e emitem pareceres técnicos sobre os projetos.
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Mantém gabinete e canais de contato para ouvir a população, prestar contas do mandato e explicar seu voto em cada matéria.
Glossário legislativo
No dia a dia da Câmara, o vereador usa diferentes instrumentos, cada um com uma função e um efeito jurídico diferente. Conheça os quatro mais comuns.
É uma sugestão do vereador ao Poder Executivo (à Prefeitura) para que adote uma providência, realize uma obra ou preste um serviço de interesse da população, por exemplo, pedir uma reforma numa praça ou a instalação de um redutor de velocidade.
A indicação não é lei e não obriga o prefeito a executar o que foi pedido: é uma recomendação formal, cabendo ao Executivo decidir se atende ou não.
Exemplo real: uma indicação que pede manutenção, pintura e limpeza numa praça pública do município.
É o instrumento usado pelo vereador, por uma bancada ou pela Mesa Diretora para exigir informações do Poder Executivo, por exemplo, dados sobre um contrato, um serviço de saúde ou uma obra pública.
Também pode servir para pedir a criação de uma comissão especial, o encaminhamento de projetos, a realização de uma sessão solene ou a convocação de secretários municipais para prestar esclarecimentos ao Plenário.
Exemplo real: um requerimento pedindo informações sobre nomeações e exonerações de cargos comissionados na Prefeitura.
É a proposta para a criação, alteração ou revogação de uma lei municipal. Para virar lei, o texto precisa ser examinado pelas comissões da Câmara, debatido e votado pelo Plenário e, por fim, sancionado (ou vetado) pelo prefeito.
É o instrumento mais robusto entre os quatro, pois seu resultado, a lei, tem força obrigatória para todo o município, não apenas uma recomendação.
Exemplo real: um projeto de lei que proíbe o plantio de uma espécie de árvore nociva aos polinizadores no município.
É uma manifestação formal da Câmara sobre um assunto de relevância pública, pode ser de aplauso e congratulações, de repúdio, de apoio ou de pesar por um falecimento.
Assim como a indicação, a moção não tem força de lei: é um posicionamento político e simbólico do Legislativo, mas não cria obrigações jurídicas para ninguém.
Exemplo real: uma moção de aplauso e congratulações a uma associação beneficente do município.